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miércoles, 21 de enero de 2026

Liquidación do Will Bank: o que muda para correntistas e investidores no Brasil

 

O Banco Central decretou a liquidação extrajudicial da Will Financeira S.A. (Will Bank) nesta quarta-feira (21), após constatar insolvência e vínculo com o Banco Master, intensificando a repercussão da crise bancária no país.

Autor LIBIA LOPEZ para Econix


O Banco Central do Brasil anunciou nesta quarta-feira a liquidação extrajudicial da Will Financeira S.A., que atuava no mercado sob o nome de Will Bank, filial do grupo bancário Master. A decisão foi tomada após o banco digital descumprir obrigações financeiras importantes, inclusive com a administradora de cartões Mastercard, e diante da insolvência financeira e do laço de controle com o Banco Master, já liquidado anteriormente pelo regulador.

A medida coloca fim às atividades da fintech no Sistema Financeiro Nacional (SFN) e marca mais uma etapa da resposta das autoridades à crise provocada pela liquidação do Banco Master, que vinha gerando impactos crescentes no segmento financeiro brasileiro.

Segundo regras estabelecidas pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC), os recursos de clientes e investidores que mantinham depósitos ou aplicações no banco estão protegidos até o limite de R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, incluindo saldos em conta corrente e Certificados de Depósito Bancário (CDBs) dentro desse teto.

O volume de CDBs emitidos pelo Will Bank era de aproximadamente R$ 6,5 bilhões, o que deverá exigir a utilização de reservas do FGC para cobrir os pagamentos aos credores, dentro do teto de cobertura garantido por lei.

Durante o processo de liquidação, o liquidante nomeado pelo Banco Central irá apurar os valores devidos, conduzir os pagamentos possíveis e organizar o ressarcimento de acordo com a ordem de preferência legal entre os credores, sempre respeitando as normas do regulador e os limites garantidos pelo FGC.



Analise de ECONIX Brasil

A liquidação do Will Bank representa um dos episódios mais relevantes do mercado financeiro brasileiro em 2026, estendendo os efeitos da crise do Banco Master. Para os clientes com contas correntes e depósitos, o principal mecanismo de proteção é o Fundo Garantidor de Créditos (FGC), que cobre até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ por instituição, inclusive em CDBs elegíveis.
Isso significa que a maioria dos correntistas e pequenos investidores deverá ser ressarcida dentro dos limites legais, embora o processo possa levar semanas ou meses até a conclusão dos pagamentos. No entanto, valores acima do teto podem não ser totalmente recuperados, implicando possíveis perdas para detentores de depósitos superiores ao limite garantido.


Quem tinha dinheiro em conta corrente ou aplicações simples está protegido?

Sim, dentro dos limites previstos. O Banco Central informa que, em casos de intervenção ou liquidação de bancos, os depositantes contam com a proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), que cobre até R$ 250 mil por pessoa, considerando o conjunto de depósitos e produtos elegíveis mantidos na instituição.

Essa garantia se aplica aos clientes do Will Bank que se enquadram nas regras do fundo, respeitado o limite estabelecido.

E quem investiu em CDBs emitidos pelo Will Bank?

Os Certificados de Depósito Bancário (CDBs) emitidos por bancos também estão entre os produtos cobertos pelo Fundo Garantidor de Créditos, dentro do limite de até R$ 250 mil por pessoa.

Assim, investidores do Will Bank que possuíam CDBs elegíveis devem ter seus recursos protegidos até esse teto, conforme as regras gerais do FGC, aplicadas ao caso da instituição liquidada.

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