Autor LIBIA LOPEZ para Econix
No entanto, a perspectiva de início de ciclos de corte de juros no decorrer de 2026 já começa influenciar as estratégias dos gestores e analistas, que passam a considerar alocações em ações com potencial de valorização quando os juros começarem a recuar. A bolsa brasileira segue sendo foco de oportunidades, especialmente em segmentos cíclicos que tendem a se beneficiar com redução de custos de capital.
Para quem busca diversificação além das fronteiras nacionais, o investimento no exterior — por meio de ETFs, ações de empresas globais ou fundos internacionais — é apontado como um complemento que oferece proteção contra riscos locais e exposição a mercados com crescimentos distintos. Essa visão internacionalizada dá aos investidores a chance de equilibrar riscos regionais e aproveitar tendências globais.
Por fim, especialistas recomendam que, mesmo com juros altos no Brasil, a combinação inteligente de renda fixa, ações de qualidade, fundos multimercados e ativos no exterior pode resultar em portfólios com melhor equilíbrio entre retorno e risco, alinhados aos objetivos financeiros individuais.
Análise Financeira – ECONIX BRASIL:
Com a Selic em 15%, a renda fixa continua atrativa, especialmente para reserva de emergência e proteção de capital. No entanto, ECONIX BRASIL destaca que manter uma parte alocada em ações e ativos internacionais pode elevar o potencial de ganhos no médio e longo prazo, reduzindo a concentração de risco no cenário brasileiro e aproveitando oportunidades em mercados globais.

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